Depois de trabalho árduo em campo este especialista entrega todos os indícios ao laboratório para serem analisados.
Não percam os próximos passos da resolução deste crime.
Fiquem atentos ....
(Andreia Faria)
És viciado na resolução de crimes? Vibras com tudo o que seja mistério? Então neste blog espera-te loucura, acção, aventura, terror...
Não percam os próximos passos da resolução deste crime.
Fiquem atentos ....
(Andreia Faria)
Se quiserem saber mais sobre a maleta que acompanha o criminalista visitem o site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/novoemfolha41/te21062006067.shtmlNo próximo post poderão visualizar a continuação do vídeo, e como a criminalística nele actua.
Ao longo destes meses (Novembro/Dezembro), o grupo BI 126, desenvolveu várias actividades desde a elaboração do crime, procura de patrocínios e preparação de experiências.
Não podíamos deixar de referir a nossa imensa gratidão a todos aqueles que colaboraram connosco e também às instituições que nos forneceram ajuda monetária e nos ofereceram material, sendo elas:
- Caixa Geral de Depósitos;
- IPJ;
- Dental Anha;
- Farmácia Barbosa.
Nas imagens abaixo temos a Luísa e a Teresa (com a excepção da Ana que está a tirar a foto), já na última imagem temos a Inês e a Vera (falto eu (Andreia), pois também estou a tirar a foto), a trabalhar para o crime que se encontra neste blogue.
(Andreia Faria)
Bibliografia:"A nova ciência conta o crime", Super Interessante, número 105-Janeiro de 2007; páginas 53 a 57.
Desta vez, a resposta correcta não foi a mais votada. A resposta correcta era fita adesiva, papel e lápis, pois estes é que eram os elementos mais básicos, apesar de todos os outros também fazerem parte da maleta do criminalista.
No próximo post poderão encontrar a maioria dos elementos que fazem parte da maleta, por isso fiquem atentos e aguardem pelas novidades.
Quando se trata de encontrar impressões digitais, a tarefa é um pouco mais complicada. Para trazê-las à vista de todos, a polícia aplica sobre a superfície dos objectos um químico reagente, em pó ou pulverizado, que é fabricado com fórmulas diferentes, embora a maioria contenha resina de trementina, óxido férrico negro e um pigmento obtido da fuligem.
Como é praticamente impossível cobrir toda a cena do crime com o produto, a procura de impressões digitais começa nos possíveis pontos de entrada do autor dos factos e amplia-se a área mais próxima do lugar onde o delito foi cometido, nos objectos que o criminoso poderá ter tocado à sua passagem (interruptores, armas, portas, volantes, cofres, gavetas) e nos que poderá ter abandonado como as pontas de cigarro, pastilhas elásticas ou maços de tabaco vazios.
A resposta correcta é - isolar a área, ou seja, a mais votada pelos cibernautas.
Esta é uma das técnicas utilizadas pelos criminalistas para obterem um exame rigoroso, a inspecção técnica ocular.
Não percas as novidades que se seguem sobre as técnicas utilizadas...

No século XIX era a medicina legal que tratava da pesquisa, busca e demonstração de elementos relacionados com a materialidade do crime, com novos conhecimentos e desenvolvimento de áreas técnicas, como a física, química, biologia, matemática, toxicologia…, surge a necessidade da criação de uma nova disciplina para a pesquisa, análise, interpretação de vestígios encontrados em locais de crimes.
Nasce assim a criminalística, uma ciência independente que vem dar apoio à polícia e justiça, tendo como objectivo o esclarecimento de casos criminais.
A criminalística ocupa-se fundamentalmente em determinar de que forma se cometeu o delito e quem o cometeu, também abrange interrogações: “como?”, “porque?”, “quem?”, que instrumentos foram utilizados, “donde?”, “quando?”, ou seja, a criminalística utiliza uma série de técnicas, procedimentos e ciências que estabelecem a verdade jurídica acerca do acto criminal.
Existem dois tipos de criminalística:
- Criminalística biológica – a partir de vestígio biológico encontrado na vítima de um crime ou no local do crime é comparando com o perfil genético do sujeito.
- Criminalística não biológica – consiste na análise de impressão digitais, palmas das mãos e dos pés. Estas análises podem realizar-se no laboratório de perícia científica da Polícia Judiciária.
Os indivíduos que trabalham nesta área chamam-se criminalistas. Estes especialistas são os primeiros a chegar à cena do crime, vêem o que os outros não vêem, apanham os culpados, dominam os raio laser e ultravioleta, usam uniformes apelativos e têm à sua disposição a tecnologia mais vanguardista.
O seu trabalho começa, como não poderia deixar de ser, no local dos factos.
(Andreia Faria)
A primeira questão colocada, foi: Qual é a primeira área a chegar ao local?
A reposta correcta foi a mais votada: criminalística. Que será a próxima área a ser tratada... Não percas, as novidades que se seguem sobre criminalística... |
Um grito fere o silêncio daquela tarde! Quase em simultâneo, o telemóvel inicia uma sinfonia frenética no bolso de um qualquer membro da brigada de investigação 126. O instinto não se deixa enganar: mais um enigma para resolver.
Cá vai o registo fotográfico do crime: |
Dentro de poucos dias, publicaremos explicações sobre uma das áreas da ciência forense para depois demonstrarmos como é que essa mesma área actuará na resolução deste crime.
Estejam atentos...